Saul Loeb/Reuters
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EUA poderão reduzir sanções se Mianmar promover reformas, diz Hillary

Na primeira visita de uma autoridade dos EUA ao país desde 1955, Hillary pediu mudanças 'reais'

ANDREW QUINN, REUTERS

01 de dezembro de 2011 | 08h02

NAYPYITAW, MIANMAR - A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse nesta quinta-feira, 1, que os Estados Unidos considerariam amenizar as sanções contra Mianmar se o país asiático promovesse reformas concretas, mas disse que não suspenderia as restrições apenas com base em promessas.

 

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Hillary, durante uma visita histórica a Mianmar, na primeira viagem de uma secretária de Estado dos EUA ao país desde 1955, afirmou que compromissos teóricos ou retóricos não seriam suficientes, e mudanças significativas eram necessárias antes que as sanções pudessem ser amenizadas.

"Eu disse à liderança que certamente iríamos considerar a redução e a eliminação das sanções à medida que estivermos avançando nesse processo juntos", afirmou a jornalistas após reunião com o presidente Thein Sein.

"É necessário que não seja teórico ou retórico, mas muito real, concreto, que possa ser avaliado. Mas estamos abertos para isso e buscaremos muitos caminhos diferentes para demonstrar nosso apoio nesse processo de reforma."

A visita de Hillary a Mianmar é uma tentativa de reaproximação do país asiático depois de mais de 50 anos de distanciamento do Ocidente. Ela viaja nesta quinta-feira à capital comercial, Yangun, onde realizará a primeira de duas reuniões com a líder e ativista pró-democracia Aung San Suu Kyi.

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