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EUA temem que libertados de Guantánamo voltem ao terror

Desde que foi construída, em 2002, passaram pela prisão quase 800 supostos terroristas

EFE

24 de janeiro de 2009 | 01h35

O Pentágono expressou neste sábado sua preocupação com a possibilidade de que os presos libertados da base naval de Guantánamo (Cuba) possam voltar ao "campo de batalha". Enquanto o Departamento de Defesa prepara os planos para fechar o centro de detenção que o ex-presidente George W. Bush abriu em 2002 na base naval cubana para enviar os suspeitos de terrorismo, o destino final desses reclusos se transformou em uma preocupação para o Pentágono. "É algo que nós somos conscientes. Obviamente é algo que tratamos de avaliar no momento de aprovar a transferência destas pessoas", disse o porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman. O presidente Barack Obama assinou na quinta-feira uma ordem executiva para fechar Guantánamo no prazo de um ano. Desde que foi construída por causa da ação global contra o terrorismo iniciada pelos Estados Unidos após os atentados de 11 de Setembro, passaram por Guantánamo quase 800 supostos terroristas capturados no Afeganistão, Iraque e outros locais. Atualmente, restam cerca de 250, incluindo Khalid Sheikh Mohammed, o suposto cérebro dos ataques terroristas de 11 de Setembro. Segundo Whitman, dos mais de 500 detidos cuja custódia foi transferida, supostamente 18 retomaram as atividades terroristas e outros 43 são suspeitos de tê-las retomado.

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