EUA vão dar US$500 mil para ajudar China após terremoto

Japão promete US$ 5 milhões e oferece envio de especialistas e médicos para sobreviventes do tremor

Efe e Reuters,

13 de maio de 2008 | 11h52

Os Estados Unidos planejam doar US$ 500 mil para contribuir com os esforços de ajuda na China, antecipando-se ao pedido da Cruz Vermelha Internacional, disse a Casa Branca nesta terça-feira, 13. O governo japonês anunciou uma ajuda de emergência para a China de 500 milhões de ienes (US$ 5 milhões) destinada às vítimas do terremoto.   Veja também: Mortos na China superam 12 mil; 28 mil estão soterrados Mau tempo dificulta resgates em cidade chinesa Réplica de 6,1 graus atinge capital de Sichuan China simplifica caminho da tocha Tremor prende 8 turistas por 26h em teleférico Entenda como acontecem os terremotos  Vídeo com imagens do terremoto  De Pequim, Cláudia Trevisan fala sobre o terremoto    "É uma contribuição inicial em resposta ao que aconteceu", disse Dana Perino, porta-voz da Casa Branca, acrescentando que a administração Bush vai "considerar quanto um fundo adicional vai precisar, se precisar".  O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, falou com o presidente da China, Hu Jintao, na terça-feira, para prestar condolências e oferecer assistência, disse Perino. Eles também discutiram questões relacionadas ao Tibete e ao ciclone que atingiu Mianmar.   O ministro de Exteriores japonês, Masahiko Komura, comunicou que a assistência, da qual parte será distribuída em forma de doação, consistirá no envio de cobertores e tendas, entre outros materiais de emergência, informou a agência local Kyodo. Komura disse que a ajuda será enviada como resposta a um pedido da China, e disse que o Japão está disposto a deslocar equipes de especialistas médicos e enfermeiras assim que for solicitado.   A China é "nossa vizinha e está sofrendo um dano significativo, portanto, queremos fazer por eles tudo o que pudermos", disse Komura antes, à espera de saber se o país asiático estava disposto a receber ajuda humanitária. O presidente da China, Hu Jintao, realizou uma visita histórica ao Japão na semana passada, na qual os dois países decidiram impulsionar suas relações.   Sem citar valores, a Comissão Européia (CE, órgão executivo da União Européia) ofereceu ao governo chinês ajuda humanitária e assistência de todo tipo para enfrentar as conseqüências do terremoto registrado na província sudoeste de Sichuan, que deixou milhares de mortos e desaparecidos.  O presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, escreveu ao primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, para transmitir suas condolências pela catástrofe e a solidariedade dos europeus, disse Pia Ahrenkilde, porta-voz da CE.   A Comissão está acompanhando as conseqüências do terremoto "com grande preocupação", e enviou especialistas para avaliar os danos e as necessidades humanitárias, disse a porta-voz. Pequim já anunciou que aceitará qualquer tipo de ajuda em forma de doações, material de emergência ou equipes de resgate, por isso a CE está apenas à espera de saber quais são as necessidades mais urgentes.  

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