Ex-mulher trabalhou em clínica atacada por atirador nos EUA

Homem matou 8 pessoas ao atacar o local; Sue diz que ex-marido tem tendências violentas e tentou procurá-la

Agências internacionais,

30 de março de 2009 | 09h31

A polícia investiga se o homem armado que invadiu uma casa de repouso na Carolina do Norte, nos EUA, e matou oito pessoas atacou o local porque sua ex-mulher trabalhou no local. Robert Stewart, de 45 anos, abriu fogo no Pinelake Health and Rehab Center, uma clínica para tratamento de pacientes com síndrome de Alzheimer, no município de Carthage. Outras três pessoas foram feridas no incidente, incluindo um policial e o atirador.

 

Sete das vítimas eram pacientes da clínica - um homem de 98 anos, quatro mulheres de cerca de 80 anos e duas pessoas de cerca de 70 anos. A oitava vítima era uma enfermeira. Seis delas morreram no local dos disparos, enquanto que duas foram levadas, junto com os outros feridos, ao Hospital Regional de Moore, mas não resistiram. A polícia afirmou ainda que o número de mortos poderia ser muito maior se o oficial ferido não tivesse tentado impedir o atirador.

 

A ex-mulher de Stewart afirmou que ele tinha "tendências violentas". Sue Griffin disse ainda que não tinha ideia de que o ex-marido poderia atacar a clínica ou se ele teria alguma conexão com o local. Segundo Sue, Stewart entrou em contato com a família a pouco tempo, afirmando que tinha câncer e que estava se preparando para uma longa viagem para "ir embora".

 

Sue afirmou ainda que foi casada por 15 anos e que, embora não se falassem desde o divórcio, em 2001, o ex-marido estava tentando entrar em contato com ela durante a última semana através de seu filho, mãe, irmã e avó. "Ele tinha algumas tendências violentas de tempos em tempos", contou.

 

Este foi o terceiro grande incidente envolvendo um atirador que aconteceu na região sudeste dos EUA neste mês. No dia 10 de março, um rapaz de 28 anos do Alabama matou dez pessoas a tiros, incluindo a própria mãe, e suicidou-se em seguida. Alguns dias depois, em Miami, um imigrante cubano protagonizou incidente semelhante: matou quatro pessoas, entre elas a esposa, antes de se matar.

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