Família de acusado pelo tiroteio no Arizona lamenta o incidente

Pais de Jared Lee Loughner não sabem o que motivou o ataque a deputada democrata

Efe

12 de janeiro de 2011 | 01h05

WASHINGTON - A família de Jared Lee Loughner, homem acusado de ter cometido o massacre do último sábado, 8, em Tucson, no estado do Arizona (EUA), emitiu nesta terça-feira, 12, um comunicado no qual lamentou o ocorrido e afirmou não entender o porquê da tragédia ter acontecido.

 

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"Não há palavras que possam expressar o que sentimos. Tomara que as tivéssemos, e que isso permitisse fazer com que outras pessoas se sentissem melhor", diz o comunicado.

 

Loughner, de 22 anos, é acusado de assassinato em primeiro grau e tentativa de homicídio pelo tiroteio ocorrido em Tucson, no qual morreram seis pessoas e 14 ficaram feridas, entre elas a deputada democrata Gabrielle Giffords, atingida na cabeça por um dos disparos e que continua internada em estado grave.

 

"Não entendemos por que isso aconteceu. Gostaríamos de poder mudar o terrível evento que aconteceu no sábado", disse a família de Loughner ao assegurar estar preocupada pela situação das vítimas e seus familiares. "Sentimos muito por suas perdas", acrescentou.

 

No comunicado, os parentes do detido reconheceram passar por um "momento muito difícil", e pediram à imprensa que respeite sua privacidade.

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