Faxineiras sobrevivem dois dias dentro de elevador quebrado

Mãe e filha estavam sem telefone celular e água e ficaram presas em prédio vazio no subúrbio de Chicago

Associated Press,

04 de janeiro de 2008 | 15h24

Duas faxineiras sobreviveram dentro de um elevador quebrado por dois dias com apenas duas pastilhas para tosse e seis aspirinas. Beata Bartoszewicz e sua mãe, Roma Borowski, entraram no elevador de um prédio vazio em um subúrbio de Chicago, no dia 22 de dezembro. Após a porta do elevador se fechar, as mulheres descobriram que estavam presas no primeiro piso. Não houve resposta ao alarme de emergência e as mulheres não conseguiram abrir as portas. Nenhuma das duas tinha telefone celular ou água e o prédio só estava programado para abrir depois do natal. A dupla chegou a ficar tonta de fome. "Eu quase pensei que fosse morrer", disse Beata. As mulheres dormiram sobre os casacos e usaram um canto do elevador como banheiro. Dois dias depois, na véspera de natal, um empregado apareceu no prédio para trabalhar. O homem escutou o grito das mulheres e chamou os bombeiros. Para Beata, a moral da história é simples: "Sempre leve o celular com você."

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