Fumo poderá matar 5,6 milhões de crianças nos EUA, diz estudo

Cerca de 5,6 milhões de crianças norte-americanas poderão morrer prematuramente a menos que o número de fumantes caia nos Estados Unidos, de acordo com um relatório do órgão encarregado da saúde pública no país que relaciona uma gama de doenças ao hábito de fumar.

Reuters

17 de janeiro de 2014 | 20h24

Cinquenta anos depois que o primeiro relatório do diretor geral de saúde dos EUA considerou o fumo um perigo para a saúde humana, o novo estudo acrescenta doenças como o câncer de cólon, diabete e artrite ao registro de enfermidades relacionadas ao tabaco.

O relatório, o primeiro em mais de uma década, constatou que o fumo matou mais de 20 milhões de norte-americanos prematuramente nos últimos 50 anos.

Embora as taxas de fumo no país entre adultos tenham caído de 43 por cento em 1965 para 18 por cento na atualidade, a cada dia mais de 3.200 jovens com menos de 18 anos experimentam o primeiro cigarro, de acordo com o estudo divulgado nesta sexta-feira.

"Basta", disse o atual diretor geral de saúde no país, doutor Boris Lushniak, em entrevista por telefone. "Nós precisamos eliminar o uso do cigarro e criar uma geração livre do tabaco."

(Reportagem de Julie Steenhuysen e Susan Heavey)

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