Greves de fome se alastram, e EUA enviam pessoal médico a Guantánamo

Os militares dos Estados Unidos estão enviando equipes médicas adicionais à prisão de Guantánamo, onde mais de metade dos presos aderiu a uma greve de fome em protesto contra sua detenção por tempo indeterminado, disse um porta-voz do local na segunda-feira.

Reuters

22 de abril de 2013 | 20h03

Os reforços - menos de 40 - chegarão até o final de abril, segundo o tenente-coronel Samuel House, porta-voz da operação carcerária da Base Naval de Guantánamo, que pertence aos EUA e fica no sudeste cubano.

House disse que o grupo mobilizado inclui um médico, enfermeiros, farmacêuticos e paramédicos, que se somarão a cem profissionais da saúde já presentes na base.

O porta-voz disse que o motivo do envio foi "o crescente número de detentos que optou pela greve de fome".

Os militares informaram que 84 dos 166 prisioneiros faziam greve de fome na segunda-feira, e que 16 deles estão sendo alimentados à força por meio de tubos instalados pelo nariz. Seis haviam sido internados para observação, segundo House.

(Por Jane Sutton)

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