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Grupo de especialistas dos EUA diz que vacinas são seguras

Depois de uma avaliação completa de mais de mil estudos, um grupo federal de especialistas concluiu que as vacinas causam muito poucos efeitos colaterais e não encontrou evidências de que elas provocassem autismo ou diabete do tipo 1.

JULIE STEENHUYSEN, REUTERS

25 de agosto de 2011 | 14h39

O relatório, divulgado na quinta-feira pelo Instituto de Medicina, integrante das Academias Nacionais de Ciências, é o primeiro documento extenso sobre efeitos colaterais de vacinas desde 1994.

O receio de que as vacinas pudessem causar autismo ou outros problemas de saúde levou alguns pais a não imunizarem seus filhos, apesar das garantias repetidas das autoridades da área de saúde. Os temores também obrigaram a reformulações custosas de muitas vacinas.

"Estudamos mais de 1000 artigos avaliando as evidências epidemiológicas e biológicas sobre se vacinas causam efeitos colaterais", disse a presidente do comitê, Ellen Wright Clayton, professora de pediatria e direito e diretora do Centro para a Ética Biomédica e Sociedade na Universidade Vanderbilt, em Nashville.

"A mensagem para se levar para casa é que encontramos apenas alguns poucos casos em que as vacinas podem provocar efeitos colaterais adversos, e a grande maioria destes casos traz efeitos de curto prazo e autolimitados", disse ela em uma entrevista por telefone.

O relatório foi autorizado pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos para ajudar a guiar o Programa de Indenização de Danos de Vacinas, que fornece dinheiro para tratar crianças que experimentaram efeitos colaterais de vacinas.

O grupo observou oito vacinas comuns: a combinação sarampo-caxumba-rubéola (MMR), a difteria-tétano-pertussis acelular, varicela, gripe, hepatite B, doença meningocócita e a vacina do papilomavirus humano (HPV).

Essas vacinas protegem contra uma série de doenças, incluindo sarampo, caxumba, coqueluche, hepatite, difteria, tétano, varicela, meningite, doença pneumocócica e câncer cervical.

Mais uma vez o Instituto de Medicina confirmou que a MMR não causa autismo nem diabete tipo 1, disse Clayton.

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