Incêndios na Califórnia já deixam mais de 1.100 desabrigados

Mais 100 pessoas abandonaram suas casas nesta segunda-feira diante do avanço das chamas em Sierra Madre

Efe,

28 de abril de 2008 | 19h33

Cem pessoas abandonaram nesta segunda-feira, 28, suas casas diante do avanço das chamas em direção ao oeste de Sierra Madre, no condado de Los Angeles, aumentando para 1.100 os deslocados pelo incêndio que começou no fim de semana, informaram as autoridades. As chamas, detectadas no sábado, 26, nas encostas do Angeles National Forest, destruíram mais de 200 hectares de vegetação, enquanto cerca de 600 bombeiros, apoiados por helicópteros e aviões anti incêndio, tentam controlar seu avanço. Veja também:Incêndios deixam mais de mil desabrigados na Califórnia A secura no ambiente e a onda de calor atípica que sofre a zona de Los Angeles, onde o termômetro chega a 37º Celsius em algumas áreas, favoreceram a propagação de um incêndio que, segundo as primeiras investigações, foi causado pelo homem. De acordo com o último relatório, apenas 23% das chamas tinham sido controladas, e o incêndio dista apenas 25 quilômetros do centro de Los Angeles. Ao longo do dia, as chamas se deslocaram em direção ao oeste de Sierra Madre, perto do limite entre esta localidade e Pasadena, o que obrigou a aumentar os alojamentos por motivos de segurança. Não foram registrados danos consideráveis em nenhuma casa, embora mais de 400 propriedades continuem dentro do perímetro ameaçado pelas chamas. Até agora houve o registro de duas pessoas levemente feridas, ambos membros das equipes de extinção, um deles afetado por um golpe de calor e outro levado ao hospital por uma entorse em um joelho. Nesta segunda-feira os colégios da zona de Sierra Madre permaneceram fechados, mas as autoridades esperam reabri-los na terça. No domingo, 50 pessoas que assistiam a um casamento em uma casa de campo no Angeles National Forest tiveram que ser resgatadas em helicóptero perante a proximidade das chamas.

Tudo o que sabemos sobre:
IncêndioCalifórniaEUA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.