Investigadores dos EUA terão acesso a suspeito de ataque na Líbia

Autoridades da Tunísia concordaram em permitir que investigadores do FBI tenham acesso a um militante islâmico detido e suspeito de ter participado dos ataques contra as instalações diplomáticas dos Estados Unidos na Líbia, em 11 de setembro, disseram representantes dos EUA na sexta-feira.

Reuters

03 de novembro de 2012 | 09h12

Os investigadores poderão entrevistar Ali Ani al Harzi, sob a supervisão das autoridades da Tunísia.

O acordo foi divulgado em uma declaração escrita emitida na sexta-feira por dois senadores republicanos dos EUA, Saxby Chambliss, vice-presidente do Comitê de Inteligência do Senado, e Lindsey Graham, do Comitê de Serviços Armados do Senado.

Fontes norte-americanas disseram que a Al-Harzi é suspeito de participar dos ataques em Benghazi, nos quais Christopher Stevens, embaixador dos EUA para a Líbia, e três outros funcionários norte-americanos foram mortos.

Seu papel preciso nos ataques não estava claro, disseram as fontes, e não havia nenhuma prova de que ele era um líder nos ataques.

(Por Mark Hosenball)

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