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Membro da Ku Klux Klan procurado pelo FBI é preso em Israel

Micky Louis Mayon era antissemita, mas decidiu se esconder no país pois achava que lá não seria procurado

14 de julho de 2009 | 12h21

Um membro da Ku Klux Klan, organização racista e antissemita americana, que integrava a lista das 100 pessoas mais procuradas pelo FBI, foi preso em Israel, anunciou um oficial israelense nesta terça-feira, 14.

 

O suspeito, Micky Louis Mayon, de 33 anos, era procurado por sua participação no Ku Klux Klan e por ter incendiado o carro de um juiz, além de outros casos de violência.

 

Mayon foi preso em um apartamento de Tel-Aviv graças às informações fornecidas pela Interpol a uma nova unidade do ministério israelense do Interior encarregada desde 1º de julho pela luta contra a imigração ilegal.

 

O suspeito estava escondido em Israel desde 2008 e trocava frequentemente de casa para que não fosse localizado.

 

Mayon permanecerá preso em Israel até que seja extraditado aos Estados Unidos, informou na rádio militar israelense Eran Gehat um dos membros da unidade contra a imigração ilegal.

 

Segundo esta fonte, Mayon decidiu se esconder em Israel, apesar de sua ideologia antissemita, "sem dúvida pensando que seria o último lugar do mundo onde seria procurado".

 

"Localizar e identificar Mayon em um país estrangeiro envia uma forte mensagem de que você pode fugir, mas não se esconder", afirmou o oficial americano Michael Regan.

 

Mayon teria dito que não arranjou emprego em Israel, mas ganhava dinheiro lavando pratos e recebia recursos uma vez por mês enviados por seus pais.

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