Paul Sancya/AP
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Menos da metade dos americanos apoia Obama

Pesquisa da NBC News/Wall Street Journal indicou que aprovação de presidente baixou para 44%

REUTERS

06 Setembro 2011 | 10h36

WASHINGTON - Os índices de aprovação do presidente Barack Obama caíram novamente antes de um importante discurso sobre a economia, marcado para quinta-feira. É grande o descontentamento entre os norte-americanos com sua forma de lidar com a economia e os empregos, segundo uma série de pesquisas divulgadas nesta terça-feira.

A pesquisa da NBC News/Wall Street Journal realizada com mil adultos norte-americanos indicou que a aprovação de Obama baixou para 44%, uma queda de 3 pontos percentuais em relação a julho, enquanto sua forma de lidar com a economia recebeu 37% de aprovação.

Segundo um democrata que ajudou a realizar a pesquisa, os resultados fracos, com margem de erro de 3.1 pontos percentuais, indicam que Obama não é mais o favorito nas reeleições de 2012.

A pesquisa ABC News/Washington Post revelou que três em cada dez norte-americanos avaliam negativamente o trabalho do presidente e a economia, enquanto três afirmam estar pior financeiramente desde que Obama ingressou na Casa Branca. A margem de erro é de 3.5 pontos percentuais.

Uma terceira pesquisa realizada com mil prováveis eleitores na Universidade de George Washington, em Washington, descobriu que 72% dos eleitores acreditavam que o país estava indo na direção errada -- totalmente ou parcialmente --, aumento de 12%desde maio. Os resultados da pesquisa têm 3,1% de pontos.

As pesquisas, realizadas na semana passada, são uma má notícia para o presidente, depois de um verão em que passou discutindo com republicanos no Congresso sobre o teto da dívida, em um debate que terminou com o rebaixamento sem precedentes dos EUA por uma agência de classificação de risco, a Standard and Poor's.

As pesquisas também foram divulgadas três dias antes do discurso presidencial no Congresso, em que Obama deve confrontar a resistência republicana à sua agenda para criar empregos e impulsionar o crescimento econômico.

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