Motoqueiro pega prisão perpétua por matar líder dos Hells Angels

Um membro da gangue de motociclistas Mongols foi condenado na quarta-feira a prisão perpétua pelo assassinato, ocorrido há quatro anos, de um líder do grupo rival Hells Angels.

EMMETT BERG, REUTERS

17 Maio 2012 | 10h28

Christopher Bryan Ablett, conhecido como "Stoney", foi condenado meses atrás pelo homicídio e por outras acusações relacionadas ao mesmo incidente de 2008, que resultou na morte de Mark Guardado, o "Papa", em frente a um bar do bairro Mission, em San Francisco.

Segundo depoimentos no julgamento, a briga entre os dois começou porque Guardado não gostou de ver Ablett com emblemas dos Mongols no Mission, que fica perto da sede de San Francisco dos Hells Angels.

Guardado, de 46 anos, levou quatro facadas e dois tiros, segundo o Ministério Público.

Ablett disse ter agido em legítima defesa, mas promotores disseram que o réu, membro do "baixo escalão" da gangue, cometeu o crime para se afirmar perante o grupo.

Os Mongols e os Hells Angels, identificados pelas autoridades federais como quadrilhas ilegais, são inimigos há anos, e eventualmente travam confrontos violentos.

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