Mulher no caso Petraeus não será processada

Promotores federais dos EUA disseram na terça-feira que não vão abrir processo contra Paula Broadwell, pivô de um escândalo que levou à renúncia de David Petraeus do cargo de diretor da CIA. A mulher era suspeita de cometer assédio digital contra uma rival.

Reuters

18 de dezembro de 2012 | 18h22

"Após aplicar a lei relevante ao caso aos fatos particulares deste caso, o Ministério Público dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida decidiu não mover um processo federal contra os supostos atos de ‘ciberassédio' envolvendo Paula Broadwell", disse o gabinete da promotoria em Tampa, na Flórida.

Emails enviados anonimamente por Broadwell para Jill Kelley, uma socialite da Flórida que conhecia Petraeus, levaram o FBI a iniciar uma investigação que acabou por expor um relacionamento extraconjugal de Broadwell com Petraeus, um general reformado conhecido por seu sucesso na guerra do Iraque. Broadwell havia sido biógrafa dele.

(Reportagem de Jane Sutton)

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