Norte-americana conhecida como Jihad Jane é condenada a 10 anos de prisão por complô

Um juiz dos Estados Unidos sentenciou a 10 anos de prisão nesta segunda-feira uma mulher que se atribuía o nome de Jihad Jane - pelo menos uma década a menos do que pediam os promotores por seu papel em um complô fracassado para matar um artista sueco que havia desenhado a cabeça do profeta Maomé sobre um cachorro.

JOHN SHIFFMAN, Reuters

06 de janeiro de 2014 | 19h28

Colleen R. LaRose, 50, que se converteu ao islamismo pela Internet e mantém sua fé, já cumpriu 4 anos de prisão. Colleen se declarou culpada por seguir ordens em 2009 de supostos operativos da Al Qaeda, mas poderia ter sido condenada à prisão perpétua.

"É uma sentença justa e razoável", disse a repórteres o advogado dela, Mark Wilson, depois da audiência. "Ela está satisfeita. Dez anos era o que sempre esperamos."

O juiz distrital dos EUA Petrese Tucker qualificou os crimes de Colleen como "gravemente sérios", acrescentando: "O tribunal não tem nenhuma dúvida de que, tendo oportunidade, a sra. LaRose teria completado sua missão."

Colleen, que usava o nome de Jihad Jane quando se envolveu pela Internet com a comunidade muçulmana, viajou para a Europa em 2009 com a intenção de participar de um complô de militantes para matar o artista Lars Vilks com seis tiros no peito.

Mas ela ficou descontente com o homem que a atraiu à Europa, desistiu depois de seis semanas e retornou à Filadélfia, onde foi presa.

Tudo o que sabemos sobre:
EUAJIHADJANECOMPLO*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.