Novo livro sobre Watergate elucida ordem de espionagem

Biografia sobre o fiscal geral de Nixon é baseada em entrevistas e uma revisão de documentos, diz autor

Reuters

20 de maio de 2008 | 04h20

Um novo livro sobre o escândalo que provocou a queda do presidente Richard Nixon acusa o então assessor da Casa Branca John Dean de ordenar o infame caso de espionagem no hotel Watergate em 1972.  O autor, James Rosen, um co-responsável de Fox New Channel em Washington, disse que a acusação está baseada em entrevistas e uma revisão exaustiva de documentos feitos para "O homem forte: John Mitchell e os segredos do Watergate".  A biografia sobre o fiscal geral de Nixon, uma figura central do caso Watergate, será publicada nesta semana.  "Espero que este livro seja vendido como ficção, porque se não for assim, os leitores vão ficar desiludidos", disse Dean, que se converteu em uma testemunha chave quando se declarou culpado de obstrução a justiça em relação ao escândalo.  O escândalo Watergate começou em 17 de junho de 1972, ano de eleições, com a frustrada intenção de infiltrar-se ilegalmente no quartel central do Comitê Nacional Democrata, no hotel Watergate em Washington. O objetivo era grampear os telefones. O grampo das linhas telefônicas, conforme o livro de Rosen, teria sido deliberadamente sabotado pela CIA.

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