Obama diz que Otan precisa ajudar a fortalecer Exército da Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu à Otan que ajuda a fortalecer o Exército da Ucrânia e disse que a aliança deve manter as portas abertas a novos membros para conter o que chamou de agressão da Rússia.

BALAZS KORANYI E STEVE HOLLAND E DAVID MARDISTE, REUTERS

03 de setembro de 2014 | 10h27

Obama falou na Estônia, uma das três ex-repúblicas soviéticas bálticas na fronteira com a Rússia que temem que a rebelião separatista no leste da Ucrânia possa resultar em problemas para elas, que também têm minorias étnicas russas.

Obama, que vai participar de uma cúpula da Otan no País de Gales na quinta-feira, acusou a Rússia de realizar um "ataque descarado" à Ucrânia, que luta há cinco meses contra separatistas pró-Rússia que Moscou descreve como uma força de defesa se protegendo de agressores ucranianos.

"A Otan precisa assumir compromissos concretos para ajudar a Ucrânia a modernizar e fortalecer suas forças de segurança. Precisamos fazer mais para ajudar nossos parceiros na Otan, incluindo Geórgia e Moldávia, a fortalecer suas defesas também", disse ele em discurso em uma sala de concerto lotada na capital da Estônia.

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