Obama e Merkel concordam em manter pressão sobre Rússia por crise na Ucrânia

O presidente norte-americano, Barack Obama, conversou na sexta-feira (horário local) por telefone com a chanceler alemã, Angela Merkel, e os dois líderes concordaram em manter a pressão para que a Rússia atenue a crise na Ucrânia caso não queira ser alvo de mais sanções econômicas.

REUTERS

03 de julho de 2014 | 22h01

Os Estados Unidos e a União Europeia têm ameaçado impor mais sanções contra a economia russa a menos que Moscou contenha os separatistas pró-Moscou no leste da Ucrânia que estão desafiando o governo central. A Rússia nega que esteja apoiando os rebeldes.

Um comunicado da Casa Branca afirmou que Obama e Merkel expressaram o seu apoio aos esforços diplomáticos que estão tentando alcançar um novo cessar-fogo no leste ucraniano.

"Eles enfatizaram que a Rússia precisa tomar medidas imediatas para acalmar o conflito no leste da Ucrânia. O presidente e a chanceler concordaram que os Estados Unidos e a Europa devem tomar medidas mais coordenadas para sancionar a Rússia se o país não tomar medidas para atenuar a crise no curto prazo", segundo a Casa Branca.

(Reportagem de Steve Holland)

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