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Obama espera 'difíceis decisões' no Iraque e no Afeganistão

Presidente também disse que militares realizaram suas missões sob 'enorme pressão' e ofereceu seu apoio

AP,

28 de janeiro de 2009 | 20h47

O presidente Barack Obama disse que sua administração enfrentará difíceis decisões sobre o Iraque e o Afeganistão após visita ao Pentágono nesta quarta-feira, 28, para falar com líderes militares. No entanto, ele não ofereceu nenhum outro detalhe sobre suas decisões a respeito da guerra em ambos os países.   Veja também: Obama discute novas estratégias para Iraque e Afeganistão Taleban aplaude decisão de Obama de fechar Guantánamo Acordo de segurança mostra que Iraque é 'soberano', diz Gates Obama diz que está pronto para estender a mão ao mundo islâmico   O presidente também disse que os militares norte-americanos realizaram suas missões sob "enorme pressão" e ofereceu seu apoio às tropas.   O presidente fez campanha prometendo acabar com a guerra no Iraque e retirar as tropas em até 16 meses.   Hamid Karzai   O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mantém seu apoio ao governante afegão, Hamid Karzai, afirmou hoje a Casa Branca, que, no entanto, confirmou que Washington revisa a estratégia a ser adotada nesse país.Em sua entrevista coletiva diária, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que "a revisão dessa política continua para garantir o êxito na região".O porta-voz respondia assim a um artigo publicado hoje pelo diário The New York Times, que afirmou que o novo Governo americano pretende adotar uma posição mais dura em relação a Karzai e enfatizar mais nas operações militares que no desenvolvimento.O artigo indica que a Administração de Obama vê Karzai como um "obstáculo", devido à corrupção que floresceu sob seu mandato."Apoiamos o presidente eleito democraticamente do Afeganistão", assegurou Gibbs, que acrescentou que Obama acredita que, Afeganistão e Iraque, somente poderão "conseguir dar a volta por cima através do desenvolvimento sustentável em longo prazo"."Temos muitas vontade de colaborar (com Karzai) e com outros para garantir a paz, a estabilidade e a segurança na região", acrescentou o porta-voz.   (com Efe)

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