Obama pede a norte-americanos que continuem exigindo controle de armas

O presidente dos EUA, Barack Obama, conclamou na sexta-feira os norte-americanos a continuarem pressionando o Congresso a endurecer as regras para a aquisição de armas de fogo, em reação ao massacre da semana passada em uma escola primária de Connecticut.

STEVE HOLLAND, Reuters

21 de dezembro de 2012 | 10h37

Obama divulgou uma resposta em vídeo a centenas de milhares de pessoas que firmaram um abaixo-assinado divulgado no site da Casa Branca, em que pediam mais rigor no comércio de armas.

"Preciso da ajuda de vocês", disse Obama. "Para termos sucesso, precisamos de um esforço sustentado de mãe e pais, filhas e filhos, polícias e proprietários de armas responsáveis, organizando-se, manifestando-se, ligando para seus membros do Congresso quantas vezes for necessário, erguendo-se e dizendo ‘chega', em nome dos nossos filhos."

Massacres armados são comuns nos EUA, mas a morte de 6 adultos e 20 crianças na faixa dos 6 e 7 anos teve um impacto excepcional no país.

Depois da tragédia, Obama pediu ao Congresso que proíba a venda de armas de assalto, de uso militar, e de cartuchos de munição de alta capacidade.

Outra medida proposta por ele é a exigência de uma avaliação dos antecedentes de todas as pessoas que desejem comprar armas. Atualmente, vendas feitas em feiras de armas ao ar livre estão isentas disso.

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