Obama pretende dar 'solidez' à economia e gerar empregos

Para presidente norte-americano, a economia já não enfrenta mais o 'colapso potencial'

Efe,

05 de dezembro de 2009 | 05h03

O presidente americano, Barack Obama, se comprometeu neste sábado, 5, a tomar medidas para gerar emprego e dar "solidez" à economia a longo prazo.

 

Em seu discurso dos sábados, Obama se mostrou otimista depois que o Departamento de Trabalho informou esta semana de uma leve queda da taxa de desemprego em novembro, que passou de 10,2% para 10%.

 

O presidente reconheceu que, para quem foi despedido no mês passado e os milhões de americanos que perderam o emprego nesta recessão, "uma boa tendência não é suficiente".

 

Por isso, se comprometeu a tomar medidas que deem "solidez" à economia "a longo prazo", destinadas a gerar emprego e escorar a economia americana, para que o país não se volte "para enfrentar uma crise como esta".

 

O presidente assinalou que, graças à Lei para a Recuperação e às medidas que tomou seu Governo, a economia já não enfrenta o "colapso potencial" de seu sistema financeiro, nem uma perda de 700 mil empregos ao mês, e está crescendo pela primeira vez em um ano.

 

No entanto, durante uma recessão "inclusive quando há crescimento econômico", a geração de emprego é mais lenta, disse Obama, manifestando sua decisão "a fazer todo o possível para acelerar" o progresso dos EUA de modo que volte a ter um aumento de empregos.

 

Na próxima semana ele vai divulgar uma série de medidas adicionais para acelerar a geração de postos de trabalho e a contratação.

 

Entre as empresas que sobreviveram à crise "em vez de contratar, muitas estão pedindo a seus empregados que trabalhem mais horas ou estão usando trabalhadores temporários", disse Obama.

 

Neste sentido, ele garantiu que vai continuar apostando na reforma do sistema de saúde, na melhora da educação e na independência energética baseada na energia limpa, como motor dos "empregos do futuro".

 

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