Obama renova medidas antiterroristas pós 11 de setembro

Lei permite que as autoridades vigiem um estrangeiro que seja suspeito de estar envolvido em terrorismo

EFE,

28 de fevereiro de 2010 | 14h42

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou algumas medidas que dão mais poder ao Governo para realizar investigações antiterroristas e que expirariam neste domingo, 28.

 

Obama assinou a extensão por um ano de algumas disposições da chamada "Patriot Act" (lei patriótica), adotada após os atentados de 11 de setembro de 2001.

 

O presidente ratificou no sábado a lei, que não continha as cláusulas para reforçar a proteção da privacidade e a supervisão que seus aliados tinham promovido no Congresso.

 

Os líderes democratas não conseguiram superar a oposição dos republicanos à inclusão desses tópicos e, no final, tanto o Senado como a Câmara de Representantes aprovaram o projeto de lei sem as cláusulas.

 

Com a medida, Obama renovou a autorização para interceptar as conversas de uma pessoa em qualquer telefone e para revistar documentos e propriedades pessoais considerados fundamentais em uma investigação, ações que precisarão ser previamente avalizadas por um juiz.

 

A lei também permite que as autoridades vigiem um estrangeiro que seja suspeito de estar envolvido em terrorismo, mesmo que não tenha vínculos com um grupo extremista.

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