Mark Duncan/AP
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Obama viaja para Ohio em busca de votos para sua reforma da saúde

Governo dos EUA acredita que reforma pode ser aprovada ainda nesta semana

Associated Press,

15 de março de 2010 | 17h18

Com um senso de urgência, o presidente Barack Obama e líderes democratas do Congresso pressionam parlamentares ainda indecisos para provar sua reforma na saúde, em uma tentativa de mostrar algum resultado aos eleitores no próximo pleito, em Novembro.      

 

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Obama viajou ao estado de Ohio nesta segunda-feira, 15, e em visita a uma casa de repouso, tentou reiterar a americanos mais velhos que a nova legislação que aguarda um votação final no Congresso os ajudaria.

 

Segundo o presidente afirmou aos idosos, a nova lei iria baratear os custos de cuidados médicos preventivos, além de cobrir em parte os custos de medicações.

 

"Essa proposta adiciona quase uma década de solvência aos cuidados médicos", disse Obama, em referência ao programa de reforma da saúde para os idosos.

 

A viagem de Obama a Ohio marca sua terceira saída de Washington para conseguir apoio a sua nova legislação. A maioria dos americanos têm planos de saúde privados ou empresariais, e milhões não possuem proteção alguma.

 

Funcionários do governo previram que a reforma poderia passar pelo Congresso ainda no final desta semana, mas líderes democratas ainda não haviam aprovado a versão final da medida quando o helicóptero de Obama deixou a Casa Branca.

 

O principal conselheiro político de Obama, David Axelrold, disse que o presidente estava "absolutamente confiante" de que a reforma que já adiou sua viagem para a Indonésia e Austrália iria ser aprovada nesta semana.

 

"Essa é a semana na qual teremos esse importante voto", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.

 

O sucesso na aprovação da reforma poderia determinar o futuro da administração Obama, assim como o sucesso na aprovação de outras medidas prioritárias para o governo, tais como a reforma da imigração e a contenção da mudança climática.

 

A campanha de Obama para oferecer cobertura médica para todos os americanos gastou boa parte dos primeiros 14 meses de sua presidência. Para o presidente, a reforma na saúde é essencial para os Estados Unidos, assim como para uma recuperação econômica a longo prazo.

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