OEA diz que Nobel reconhece esforços de Obama pelo mundo

Insulza parabeniza presidente por prêmio que mostra 'esperança que sua liderança desperta em todo o planeta'

Efe,

09 de outubro de 2009 | 17h56

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, disse nesta sexta-feira, 9, que a concessão do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é um merecido reconhecimento de seus esforços em favor de um "mundo mais justo, equilibrado e pacífico". Em comunicado, Isulza felicitou Obama pelo prêmio, que demonstra "a esperança que sua liderança desperta em todo o planeta."

 

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A concessão do prêmio ao presidente dos EUA condiz "com a confiança que milhões de homens e mulheres têm em um novo começo para as relações internacionais", apontou. Insulza lembrou que este novo início aconteceu para as relações interamericanas durante a 5ª Cúpula das Américas, em abril, quando Obama encorajou os líderes "a construírem juntos um caminho novo, um caminho de entendimento, de cooperação mútua, de promoção de valores compartilhados."

 

"Felicitamos o (...) presidente dos EUA por este merecido reconhecimento de seus esforços por um mundo mais justo, equilibrado e pacífico", assinalou.

 

Manuel Zelaya

 

Ainda nesta sexta, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, também parabenizou Obama pela conquista do prêmio, e considerou que este é um grande desafio. "Considero que é preciso parabenizar primeiro os que concederam o prêmio, por essa atribuição adequada e pela distinção ao presidente Obama que querer eliminar as armas nucleares", disse Zelaya à Agência Efe, por telefone da embaixada do Brasil em Tegucigalpa.

 

"Quero parabenizá-lo pela sua posição valente de ter feito a proposta de eliminar as armas nucleares, um grande desafio, uma grande meta, a paz para o mundo", acrescentou. Zelaya indicou que o Nobel de Paz para Obama também "é um desafio para seu país, dono do maior e mais bem armado Exército do mundo."

 

"O primeiro desafio para Obama hoje, além disso do Afeganistão e Iraque, é Honduras porque aqui surgiu a violência com a repressão e a indolência de um aprendiz de ditador em Honduras, Roberto Micheletti, que desafiou à comunidade internacional", concluiu ele.

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