Órgão público dos EUA critica gasto milionário com bombas penianas

O programa de saúde pública dos EUA Medicare gastou 172 milhões de dólares com a aquisição de bombas penianas entre 2006 e 2011, o dobro do que custariam esses produtos no varejo, segundo relatório de um órgão público dos EUA.

Reuters

14 de janeiro de 2014 | 09h58

O relatório do inspetor-geral do Departamento de Saúde e Serviços Humanos disse que o Medicare, sistema público de saúde para idosos, bancou em cinco anos quase 474 mil pedidos de sistemas a vácuo para a estimulação de ereções, totalizando em torno de 172,4 milhões de dólares. O gasto anual com essas solicitações saltou de 20,6 milhões de dólares em 2006 para 38,6 milhões em 2011.

Segundo a clínica Mayo, as bombas penianas são uma das poucas opções de tratamento para disfunções eréteis.

O relatório, de dezembro de 2013, diz que o Medicare está pagando pelos acessórios mais do que o dobro do que pagam o Departamento de Assuntos dos Veteranos e os consumidores comuns que compram o sistema pela Internet.

Se o Medicare pagasse o preço de varejo, o governo teria economizado em média 14,4 milhões de dólares por ano, segundo o relatório.

(Reportagem de Jim Loney)

Tudo o que sabemos sobre:
EUABOMBAPENIANA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.