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Perto de acordo, Câmara dos EUA deve votar reforma na saúde no domingo

Líderes democratas devem definir o texto final da lei ainda nesta quinta-feira

estadao.com.br

18 de março de 2010 | 14h18

Obama discursa na Casa Branca. Foto: Mark Wilson/Efe

WASHINGTON- A Câmara dos Representantes vai votar no domingo o projeto de reforma do sistema de saúde do presidente Barack Obama. Líderes democratas devem definir o texto final da lei que vai à votação na Câmara ainda nesta quinta-feira. O presidente Barack Obama adiou uma viagem que faria ao leste asiático para acompanhar a votação.

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O líder da maioria democrata na Câmara dos EUA, Steny Hoyer, disse nesta quinta-feira que a proposta final de lei para o sistema de saúde cortaria o déficit dos EUA em mais de 100 bilhões de dólares nos primeiros 10 anos.

 

Segundo Hoyer, o gabinete orçamentário do Congresso dos EUA (CBO, sigla em inglês) disse que a reforma geral no sistema de saúde cortaria o déficit em mais de US$ 1,2 trilhão na década seguinte. Espera-se que o CBO divulgue a estimativa oficial do custo para a nova lei, de autoria de democratas, nesta quinta-feira.

 

Hoyer disse que a força favorável da nova lei está crescendo apesar da sólida oposição republicana, e a Casa está no caminho certo para votar a proposta de lei neste domingo.

 

Se aprovado, o projeto será a maior reforma no sistema americano desde 1965, quando o Medicare, um plano de saúde para idosos, foi implementado.

 

Os republicanos prometem uma oposição total ao projeto. Por isso Obama precisa do apoio de deputados democratas moderados, que se opõem ao plano devido a seus custos e provisões para aborto.

 

No Senado, os democratas precisam obter os votos de dois senadores independentes e de um republicano para alcançar a maioria necessária.

 

Com informações da AP e da Reuters

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