Polícia desconfia de que há 'algo errado' no sumiço de fuzileira

Moça de 20 anos, grávida de oito meses, é a principal testemunha de um crime ainda não esclarecido

10 de janeiro de 2008 | 14h36

Uma fuzileira naval de 20 anos, grávida de oito meses, está desaparecida desde o dia 14 de dezembro, quando foi vista pela última vez em Camp Lejeune, Carolina do Norte.   Maria Lauterbach testemunharia contra o crime que atentou contra sua própria pessoa, disse o xerife Ed Brown à CNN.   Ainda segundo o xerife, outros militares poderiam estar envolvidos com o desaparecimento da fuzileira e há suspeita de que eles tenham se livrado do carro e do celular da vítima.   Brown informou que os investigadores querem falar com o companheiro de quarto de Lauterbach que, segundo as fontes, poderia ter informações e, portanto, seria considerado 'interessante' no caso. 'Até que consigamos interrogá-lo e esclarecer as coisas, ele será considerado uma peça chave no crime', disse o xerife.   O celular de Lauterbach foi encontrado no dia 20 de dezembro, num portão de Camp Lejeune. Seu carro foi localizado nesta segunda-feira numa estação de ônibus em Jacksonville, relataou o xerife. "Mas o carro não estava lá no final de semana", completou.   "Quanto mais suspeitamos das provas que surgem, ficamos mais certos de que há algo errado com o desaparecimento desta moça", disse Brown.

Tudo o que sabemos sobre:
SeqüestroMarinha

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.