Polícia dos EUA mata líder separatista muçulmano em Detroit

Luqman Ameen Abulla morre em tiroteio durante operação para prendê-lo por crimes federais

REUTERS

29 de outubro de 2009 | 07h32

O líder de um grupo separatista islâmico foi morto a tiros por autoridades na área de Detroit na noite de quarta-feira, 28, durante uma operação para prendê-lo por acusações de crimes federais, informou o FBI em comunicado.

Luqman Ameen Abdullah, de 53 anos, era o líder de um grupo conhecido como Ummah ou "irmandade", um grupo formado principalmente de afro-americanos convertidos ao islamismo que busca estabelecer um Estado sob a lei sagrada muçulmana nos Estados Unidos, disse a FBI.

Abdullah e 10 outras pessoas foram acusadas de conspirar para cometer crimes federais, incluindo o roubo de cargas interestaduais, fraude no correio, posse ilegal e venda de armas de fogo e falsificação de números de identificação de veículos. Ninguém foi acusado de terrorismo ou crimes ligados a terrorismo.

Agentes federais realizaram uma série de prisões na quarta-feira. "Em um lugar, quatro suspeitos se entregaram e houve prisões sem incidentes. Luqman Ameed Abdullah não se entregou e atirou com sua arma. Uma troca de tiros aconteceu em seguida e Abdullah foi morto", disse o FBI em comunicado.

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