Projeto para drones comerciais nos EUA mantém restrições

Projeto para drones comerciais nos EUA mantém restrições

O regulador de aviação dos Estados Unidos propôs neste domingo regras para voos comerciais de drones que acabariam com algumas restrições, mas ainda assim limitariam atividades como inspeções de dutos, consideradas por empresas como uma possibilidade de avanço com o uso da tecnologia.

REUTERS

15 de fevereiro de 2015 | 17h13

A proposta, há muito esperada, da Administração da Aviação Federal, sobre o uso de aeronaves não tripuladas requer que os pilotos controladores dos drones obtenham certificados especiais, mantenham distância das pessoas e voem somente durante o dia. As regras limitam a velocidade em 160 km/h, e a altitude em 152 metros acima do chão.

A proposta também diz que a aeronave deve se manter na linha de visão de quem a controla, o que poderia limitar a inspeção de dutos, plantações e torres elétricas, que são um dos principais usos previstos pelas empresas.

A agência reguladora reconheceu a limitação, mas disse que esses voos poderiam ser possíveis com um observador secundário, trabalhando com o piloto que controla o drone.

A proposta, que está sendo esperada há quase dez anos, vai passar pela discussão pública e revisão, antes de ser finalizada, um processo previsto para durar pelo menos um ano.

Caso fiquem como estão, as regras provavelmente não vão ajudar a Amazon.com na sua busca por fazer entregas com drones, já que elas exigem um certificado especial para piloto e obrigam que a aeronave fique na linha de visão.

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