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Prostituta brasileira Andréia Schwartz é esperada em SP

Pelé viajou no mesmo vôo em que Andréia teria embarcado, mas disse que dormiu e não a viu no avião

Da Redação,

22 de março de 2008 | 10h41

Andréia Schwartz, a prostituta brasileira apontada como peça-chave no polêmico caso que derrubou o ex-governador de Nova York, Eliot Spitzer, é esperada no aeroporto de Cumbica em São Paulo, onde deve desembarcar na manhã deste sábado, 22, proveniente de Nova York.   Veja também:   Brasileira envolvida no caso Spitzer continua presa nos EUA Pivô da crise de Spitzer 'não quer ser considerada um monstro' Novo governador promete 'encaminhar' NY Brasileira é testemunha-chave no caso do governador de NY Veja as imagens  EUA não libera testemunha-chave do escândalo Spitzer Família vive drama à espera da Andréia   O astro do futebol brasileiro, Pelé, já desembarcou no aeroporto de Guarulhos. Pelé viajou no mesmo vôo 951 da American Airlines em que Andréia teria embarcado, mas disse aos jornalistas que dormiu e não a viu no avião. O ex-jogador chega dos Estados Unidos após receber um prêmio do meio-campista inglês David Beckham, pelo conjunto da obra, durante evento beneficente em Manhattan na quarta-feira.   A chegada de Andréia estava prevista para o sábado passado, dia 15, e ao longo da semana sua viagem foi confirmada e desmentida várias vezes. Fontes do Departamento de Imigração dos EUA disseram ao Estado que a brasileira ficou retida por motivos burocráticos - seu prontuário pra deportação ainda não teria ficado pronto e o FBI estaria terminando de checar informações. Porém, em telefonemas dados por Andréia a amigos, ela revelou que ainda estava retida para averiguação nas investigações sobre redes de prostituição nos EUA.   Condenada a 18 meses de prisão por explorar prostituição, posse ilegal de drogas e lavagem de dinheiro, ela foi a testemunha-chave do caso e esclareceu como o ex-governador financiava os seus encontros com acompanhantes do Emperors VIP Club com uma empresa fantasma.   Segundo o jornal New York Post, Andréia teria relatado o método usado por Spitzer para remunerar o clube, afirmando que ele faria depósitos na conta de uma empresa fantasma, a QAT Consultoria, ligada à Emperors. A Promotoria americana ainda investiga os movimentos ilegais na conta do ex-governador e a possibilidade dele ter usado verba de sua campanha e até mesmo pública para financiar os encontros - prática considerada crime, pois implica usar esse tipo de recurso para fins pessoais.

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