Queda de avião mata 4 e fere 2 em combate a incêndio nos EUA

Quatro integrantes da Guarda Nacional Aérea da Carolina do Norte morreram e dois outros ficaram gravemente feridos no domingo na queda de um avião militar que combatia um incêndio florestal em Dakota do Sul, disse um brigadeiro norte-americano nesta terça-feira.

Reuters

03 de julho de 2012 | 18h32

A Força Aérea dos Estados Unidos interrompeu durante um dia as operações dos seus aviões-tanques depois do acidente com o modelo C-130, mas os aparelhos voltaram a voar nesta terça-feira, segundo os militares.

O número de mortos e feridos no acidente de domingo só foi confirmado nesta terça-feira pelas Forças Armadas. Os tripulantes feridos continuam internados em estado grave e não tiveram seus nomes divulgados.

"Não há palavras para dizer adequadamente como isso afetou todos nós que conhecemos esses aviadores e suas famílias", disse o brigadeiro Tony McMillan, comandante do 145o Comando Aéreo da Guarda Aérea Nacional, com sede em Charlotte, na Carolina do Norte.

Os mortos foram o tenente-coronel Paul Mikeal e o major Joseph McCormick, ambos pilotos; o major Ryan David, navegador; e o sargento Robert Cannon, engenheiro de voo, segundo McMillan.

Esse era um dos oito aviões da Força Aérea que podem ser rapidamente convertidos em aviões-tanques para o combate a incêndios, como parte de um programa do Departamento de Defesa e do Serviço Florestal que é acionado quando não há uma frota privada disponível em quantidade suficiente.

Autoridades disseram que o acidente está sendo investigado.

O C-130 acidentado estava mobilizado para apoiar o combate ao chamado Incêndio White Draw, que começou na tarde de sexta-feira, cerca de 8 quilômetros a nordeste de Edgemont, na Dakota do Sul.

O incêndio já consumiu cerca de 2.000 hectares, e na noite de segunda-feira estava contido em cerca de 50 por cento.

(Reportagem de David Bailey, em Minneapolis; e de Phil Stewart, em Washington)

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