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Reunião do G-8 deve debater sanções ao Irã e ameaças do terrorismo

Chanceleres se encontrarão no Canadá em reunião que antecede cúpula mundial de Nova York

Efe e Reuters

29 de março de 2010 | 09h54

GATINEAU - O grupo das sete nações mais ricas do mundo e a Rússia, o G-8, se reúnem nesta segunda-feira, 29, em Gatineau, no Canadá, com o impasse nuclear iraniano no topo de sua agenda. As ameaças do terrorismo também devem ser motivo de discussão, impulsionadas pelo recente ataque no metrô de Moscou

 

Anfitrião do encontro, o ministro das Relações Exteriores do Canadá, Lawrence Cannon, disse que seu país irá pressionar pela adoção de sanções na ONU contra o Irã.

 

Os EUA e seus aliados ocidentais têm pressionado por punições desde que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad anunciou o aumento no grau de enriquecimento de urânio no país, o que elevou o temor da comunidade internacional de que Teerã poderia desenvolver armas nucleares. "Infelizmente acredito que há poucas opções fora de impor sanções ao país", disse o ministro.

 

O encontro marcará o encontro da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, com o chanceler russo, Sergei Lavrov, após o acordo fechando entre os dois países para substituir o antigo Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start, na sigla em inglês), cujo prazo havia expirado em dezembro de 2009.

 

Terrorismo

 

Outro assunto que deve ser tratado como prioridade no encontro é o terrorismo da insurgência islâmica em várias partes do mundo. A questão entrará na pauta da reunião de última hora, já que na manhã desta segunda o metrô de Moscou foi alvo de um ataque terrorista que deixou ao menos 38 mortos e outros 65 feridos.

 

O chanceler canadense antecipou que levantará a questão do terrorismo no Iêmen, ma que não deixará de citar o episódio desta segunda na capital russa. "O Canadá condena veementemente os covardes ataques que ocorreram nesta segunda no metrô de Moscou e expressa sua solidariedade com o povo russo", disse Cannon.

 

O ministro de Exteriores francês, Bernard Kouchner, que expressou condolências às autoridades da Rússia por conta do ataque, já disse que conversará com o chanceler russo, Serguei Lavrov, sobre o assunto.

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