Sequestrador de Cleveland cometeu suicídio, conclui investigação

A morte do homem conhecido como o sequestrador de Cleveland, Ariel Castro, em setembro, foi suicídio, e não acidente, e não pode ser atribuída a uma falha dos funcionários do presídio, de acordo com um relatório da prisão divulgado nesta terça-feira.

Reuters

03 de dezembro de 2013 | 18h42

O relatório solicitado pelo Departamento de Reabilitação e Correção, do Estado de Ohio, confirmou a conclusão do serviço médico legal de que Castro, que havia sido condenado à prisão perpétua por manter três mulheres em cativeiro por cerca de uma década, havia intencionalmente se matado em sua cela.

Um relatório anterior do departamento tinha sugerido ser possível que Castro, de 53 anos, pudesse ter morrido acidentalmente por asfixia autoerótica.

Uma revisão subsequente das autoridades de Ohio determinou que "todas as evidências disponíveis indicavam que a morte fora suicídio", incluindo a "disposição cuidadosa" de uma Bíblia e de fotos da família na cela, assinalava o relatório.

As conclusões são parte de um reexame da morte de Castro e do suicídio de Billy Slagle, dias antes de Slagle ser executado. As recomendações do relatório para evitar suicídios incluem o treinamento dos funcionários e maior envolvimento das equipes de saúde mental quando se tratar de presos de casos especiais.

Castro se declarou culpado em agosto por mais de 900 delitos, incluindo sequestro, estupro e assassinato, depois que três mulheres e uma criança de 6 anos, da qual ele era o pai, escaparam do cativeiro.

(Reportagem de Kim Palmer e Mary Wisniewski)

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