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Treinamento da guarda costeira eleva tensão em Washington

Oficiais negam que abriram fogo contra embarcação suspeita e dizem que incidente foi apenas um exercício

Associated Press e Efe,

11 de setembro de 2009 | 11h17

Um exercício com uma embarcação realizado pela Guarda Litorânea dos Estados Unidos no rio Potomac, nas proximidades do Pentágono, causou um susto nesta sexta-feira, 11, em Washington, no momento em que presidente Barack Obama participava da cerimônia em memória das vítimas dos atentados de 11 de Setembro.

 

Alguns meios de comunicação, como a CNN, chegaram a transmitir durante alguns minutos as imagens do barco suspeito, cercado pelas unidades da Guarda Litorânea que, segundo a imprensa, chegaram a fazer uma série de disparos. O suposto incidente teria acontecido momentos antes de o presidente e sua comitiva cruzarem uma ponte próxima.

 

Enquanto a presença do navio era encarada como ameaça real, a CNN informava que os agentes da Guarda Litorânea realizaram até dez disparos para dissuadir à embarcação de entrar na zona contígua ao Pentágono, onde estava o presidente. Pouco depois, foi esclarecido que se tratava apenas de um exercício militar, segundo informou a própria Guarda Litorânea, e que tudo não passava de um grande mal-entendido.

 

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O chefe da Guarda Costeira, Keith Moore, disse que não houve disparos durante o exercício, mas relatos dos meios de comunicação indicaram que houve tiros no rio. Algumas emissoras mostraram projéteis dos militares na água.

 

Decolagens do Aeroporto Nacional Reagan foram paralisadas brevemente após as 10 hora locais como medida de precaução, informou a porta-voz da Administração Federal de Aviação. O aeroporto faz fronteira com o Rio Potomac próximo do local onde os tiros supostamente teriam sido disparados.

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