Luke Sharrett/NYT
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Uzbeque pega quase 16 anos por tramar contra vida de Obama

Kodirov estava em situação clandestina nos EUA e pretendia dar um tiro no presidente, dizem autoridades

Reuters

13 de julho de 2012 | 19h55

BIRMINGHAM - Um juiz federal norte-americano sentenciou nesta sexta-feira, 13, um cidadão uzbeque em situação clandestina nos EUA a quase 16 anos de prisão, por causa de um plano dele para matar o presidente, Barack Obama. Ulugbek Kodirov, que chegou aos EUA em 2009 para estudar Medicina, mas nunca se matriculou, pretendia dar um tiro no presidente durante a sua campanha à reeleição neste ano, segundo autoridades federais no Alabama.

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Eles dizem que o uzbeque de 22 anos se "radicalizou" por meio de pesquisas na Internet, e que acreditava estar agindo em nome de um grupo militante islâmico do seu país. "Este caso é um exemplo de como a nossa juventude pode ser radicalizada pela desinformação e a propaganda que vê na Internet", disse o promotor Michael Whisonant durante a audiência que sentenciou o réu, em Birmingham, no Alabama.

Kodirov pediu desculpas durante a audiência. Ele evitou a prisão perpétua porque cooperou com as autoridades e declarou-se culpado em fevereiro de ter prestado assistência material a atividades terroristas, de ser um estrangeiro em situação irregular, de porte ilegal de arma e de tramar o assassinato do presidente.

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