34 pessoas acusadas de vender armas às Farc são presas na Colômbia

Entre os detidos em operação gigantesca, estão cinco membros do Exército e dois policiais

Efe,

20 de setembro de 2010 | 22h26

BOGOTÁ- As autoridades colombianas informaram nesta segunda-feira, 20, que prenderam 34 pessoas, entre elas cinco membros do Exército e dois policiais, suspeitos de integrar um grupo que vendia armas e explosivos às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

 

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Segundo as fontes, as prisões aconteceram em uma gigantesca operação que percorreu 11 cidades colombianas e nas quais atuaram conjuntamente a Polícia, o Exército e o Corpo Técnico de Investigação (CTI).

 

A operação teria desarticulado a rede que supostamente vendia armas e explosivos a diferentes frentes das Farc.

 

"Entre os detidos há cinco membros do Exército Nacional e dois da Polícia, que responderão a um processo administrativo para sua desvinculação imediata das Forças Armadas", precisou em comunicado a Procuradoria colombiana.

 

As autoridades apreenderam na operação 11 caixas de granadas para morteiro de 40 milímetros, um morteiro de 60 milímetros, três sistemas de visão noturna, um detector de minas de última geração, acessórios para metralhadoras, fuzis e lançadores de granadas, além de munição de diferentes calibres.

 

Também foram apreendidos US$ 250 mil em notas falsas.

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