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Amorim defende 'solução definitiva' para crise entre países

Ministro diz que é preciso que países vizinhos apóiem decisão da OEA sobre conflito entre Equador e Colômbia

da Redação

07 de março de 2008 | 15h53

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu nesta sexta-feira, 7, uma solução definitiva para a crise entre Colômbia e Equador, desencadeada após a  operação militar contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e disse que os países vizinhos devem apoiar a decisão da Organização dos Estados Americanos (OEA)."Isso é a posição de Lula também, é oficial", disse o ministro, durante encontro da Cúpula do Grupo do Rio.   A OEA aprovou um  texto com resolução na qual a Colômbia admite ter violado a soberania e a integridade territorial do Equador, mas que não condena nem sanciona o governo de Bogotá.   Equador anuncia prisão de 5 membros das Farc Uribe tenta obter apoio no Grupo do Rio Dê sua opinião sobre o conflito   Por dentro das Farc  Entenda a crise   Histórico dos conflitos armados na região   'É possível que as Farc se desarticulem'   Embaixador brasileiro Osmar Chohfi comenta decisão da OEA     O ministro disse também que é preciso esperar um eventual entendimento entre Equador e Venezuela.A Cúpula, que acontece em Santo Domingo, na República Dominicana, conta com a representação dos principais países da América Latina. O encontro é a primeira vez que os líderes de Equador, Colômbia, Venezuela e Nicarágua - que rompeu relações com Bogotá em "solidariedade ao povo equatoriano" e por causa das "reiteradas ameaças militares por parte do governo colombiano". Uribe já se reuniu com vários mandatários latino-americanos e afirmou que usará o evento para justificar a ação em território equatoriano.   O Exército colombiano anunciou nesta sextaque Iván Ríos, um dos sete secretários da liderança das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), foi morto em combates no centro oeste da Colômbia. A morte do mais jovem secretário das Farc é o segundo golpe na guerrilha em menos de uma semana, após a incursão do Exército colombiano que matou em território equatoriano Raúl Reyes, considerado o número dois da facção.   var keywords = "";  

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