Aprovação a presidente chileno se mantém estável, diz pesquisa

A aprovação ao presidente chileno, Sebastián Piñera, se mantém estável, embora a avaliação do desempenho do governo frente ao terremoto tenha caído bruscamente, revelou nesta quinta-feira uma pesquisa da consultoria Adimark Gfk.

REUTERS

29 de abril de 2010 | 16h42

A aprovação a Piñera alcançou 50 por cento, queda de dois pontos percentuais em relação a pesquisa semelhante no mês passado. Porém, a diferença não chega a ser estatisticamente significativa, já que a margem de erro é de três pontos para cima ou para baixo, segundo a consultoria.

"As percepções da população sobre o novo governo não terminam de se consolidar. Às complexidades de um novo governo e de uma nova coalizão política se somou o terremoto, que influencia as avaliações", disse a Adimark Gfk.

Piñera, um milionário de centro-direita, chegou ao poder há menos de dois meses, poucos dias depois do devastador terremoto e tsunamis que sacudiram o centro e sul do país em 27 de fevereiro e deixaram cerca de 500 mortos.

Na questão específica do desempenho do governo frente ao terremoto, o resultado de abril mostra uma brusca queda nos níveis de aprovação.

Em abril, 55 por cento aprovaram como o governo estava administrando a ajuda às pessoas afetadas pelo terremoto, enquanto que em março, o número era de 70 por cento.

Ainda, 54 por cento aprovaram o processo de reconstrução das zonas afetadas, refletindo uma diminuição de 11 pontos em relação à medição de março.

(Reportagem de Antonio de la Jara)

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