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Ataque no Equador frustra liberação de Betancourt, diz Correa

Presidente do Equador afirma que negociações para a libertação da franco-colombiana estavam 'avançadas'

Efe,

03 de março de 2008 | 23h34

O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que a libertação de Ingrid Betancourt foi frustrada com a operação militar colombiana contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) realizada em território equatoriano. A declaração foi feita na noite desta segunda-feira, 3, quando Correa disse que a refém franco-colombiana e outros doze reféns da guerrilha poderiam ser libertados.   Veja também:  Dê sua opinião sobre o conflito   Repercussão na imprensa internacional      Por dentro das Farc  Entenda a crise entre Colômbia, Equador e Venezuela  Equador rompe relações diplomáticas com a Colômbia Colômbia acusa Chávez de ter dado US$ 300 milhões às Farc OEA pede reunião para resolver crise entre Colômbia e Equador Chávez diz que morte de número 2 das Farc foi ato 'covarde' Perfil de Raúl Reyes, o 'número dois' das Farc Colômbia deve 'pedido de desculpa' ao Equador, afirma Amorim Ministro equatoriano admite que se reuniu com líder das Farc   Correa declarou, em uma emissora de televisão equatoriana, que "as negociações para a libertação de Betancourt estavam avançadas". Depois da operação "tudo se frustrou", afirmou o presidente, cujo governo rompeu relações diplomáticas nesta segunda com a Colômbia.   A crise entre os dois países se agravou com a incursão armada do exército colombiano, no sábado, em território equatoriano. O ataque contra as Farc causou a morte do segundo guerrilheiro mais importante da guerrilha, Raúl Reyes, e de mais 16 insurgentes. O Equador também enviou 3.200 soldados para a fronteira, em uma inusitada mostra de força, e negou manter relações com as Farc.   Também nesta segunda, o comandante policial da Colômbia, Oscar Naranjo, disse que documentos encontrados no acampamento onde um líder das Farc foi morto mostraram evidências de que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, deu US$ 300 milhões aos guerrilheiros.

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