Bachelet pede que Apec cuide do capital humano

A presidente do Chile pede esforços para aumentar a qualidade da educação

EFE

07 de setembro de 2007 | 00h48

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, pediu nesta sexta-feira aos membros do Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec) que realizem esforços conjuntos para desenvolver o capital humano e aumentar a qualidade da educação. Bachelet, que está na cidade australiana para participar da cúpula de chefes de Estado e de Governo do Apec, discursou no fórum de negócios da organização, destacando os recursos humanos e a necessidade de melhorar a sua preparação, com o apoio do setor privado. "Hoje, está cada vez mais claro que as nações só alcançarão o desenvolvimento com uma estratégia apoiada numa sólida e ampla base de conhecimentos, com capacidade para se adaptar aos múltiplos efeitos gerados pela globalização", disse. Bachelet ressaltou que para enfrentar os desafios da economia globalizada é preciso contar com "uma população com educação e formação profissional, treinada nos planos cultural e tecnológico". A presidente do Chile acrescentou que essas condições são ainda mais importantes para nações que historicamente dependeram da exploração de seus recursos naturais. "A região da Ásia-Pacífico tem as melhores universidades do mundo e os melhores profissionais em todos os campos", acrescentou, diante de um público formado por analistas econômicos e executivos das maiores empresas da região. O Apec representa quase a metade do comércio global, assim como o 56% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. A organização, criada em 1989, é formada pela Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Peru, Rússia, Cingapura, Tailândia, Taiwan e Vietnã.

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