Bachelet pede que chilenos votem com calma no domingo

Pela primeira vez desde a redemocratização em 1990, oposição de direita é favorita para as eleições no país

REUTERS

11 de dezembro de 2009 | 15h22

A presidente chilena, Michelle Bachelet, pediu nesta sexta-feira que o país vote com tranquilidade e em massa nas eleições presidenciais do domingo, embora o vencedor só deva ser conhecido no segundo turno, programado para janeiro.

 

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O milionário da oposição de direita, Sebastián Piñera, deve vencer as eleições de domingo, segundo pesquisas, mas não deve conquistar a maioria dos votos, enfrentando o ex-presidente Eduardo Frei no segundo turno.

Bachelet visitou o centro de mídia em Santiago que divulgará os resultados das eleições, cujos primeiros cálculos parciais deverão ser conhecidos às 19h no horário local (20h em Brasília).

"Quero pedir que votem com a tranquilidade que é habitual ao nosso país neste dia e também pedir que os eleitores colaborem (...) para que tudo funcione muito bem", disse Bachelet a jornalistas.

A população do Chile é de cerca de 16 milhões de pessoas e o número de eleitores chega a 8,28 milhões. As mulheres representam cerca de 52 por cento do eleitorado.

Na noite de quinta-feira, os candidatos lançaram suas últimas cartas para conquistar votos com comícios nas ruas que encerraram uma campanha morna.

"(A) campanha até agora tem se desenvolvido com normalidade completa, de acordo com o que foi estabelecido pela Constituição e as leis, exceto em incidentes menores", disse Bachelet.

(Reportagem de Bianca Frigiani e Antonio de la Jara)

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