Bolívia aprova contrato com Brasil para financiar estradas

Brasil financiará com US$ 332 milhões uma estrada de mais de 300 quilômetros entre centro e norte do país

Efe,

18 Novembro 2009 | 21h03

O senado boliviano aprovou nesta quarta-feira, 18, o acordo assinado entre os Governos de Evo Morales e Luiz Inácio Lula da Silva segundo o qual o Brasil financiará com US$ 332 milhões uma estrada de mais de 300 quilômetros entre as regiões de Cochabamba (centro) e Beni (nordeste).

 

Um comunicado do senado diz que o protocolo de financiamento, assinado em agosto, foi aprovado por maioria no Senado após algumas remodelações no projeto de lei.

 

O documento foi enviado à Câmara dos Deputados para uma nova revisão e aprovação e, posteriormente, o acordo passará ao Executivo para sua promulgação caso não haja novas observações no Congresso.

 

O convênio entre Bolívia e Brasil foi assinado em agosto durante uma visita de Lula à cidade de Villa Tunari, na região de Cochabamba.

 

O projeto viário financiado pelo Brasil compreende a construção de uma estrada que ligará Villa Tunari com a cidade de San Ignacio de Moxos, no nordeste da Bolívia.

 

A via fará parte do chamado "corredor bioceânico", idealizado para ligar o porto de Santos (SP) ao de Iquique, no litoral pacífico do Chile.

 

A construção da nova estrada boliviana permitirá a criação de 4.500 empregos diretos e indiretos, segundo a OAS, a empresa encarregada do projeto.

 

A companhia brasileira também executa outros dois projetos viários na Bolívia, as estradas Potosí-Uyuni e Potosí-Tarija.

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