Bolívia espera melhorar relação com os EUA

O presidente da Bolívia, Evo Morales, elogiou nesta terça-feira os sinais amistosos enviados pelo presidente norte-americano, Barack Obama, mas enfatizou a necessidade de fatos concretos para recuperar as relações entre ambos os países.

REUTERS

21 de abril de 2009 | 20h38

Em resposta a uma condenação de Obama a qualquer tentativa de golpe na Bolívia, Morales disse que havia instruído seu gabinete a dar prioridade para a recuperação das relações com os Estados Unidos, em crise desde a expulsão mútua de embaixadores no ano passado.

"Penso que uma verdadeira mudança reflete em fatos, e os sinais são um começo muito importante", disse o líder esquerdista boliviano a correspondentes internacionais.

No domingo, durante o encerramento da Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, Obama disse que era "absolutamente contra qualquer tentativa de violência para derrotar os governos eleitos democraticamente".

Morales comentou o gesto de Obama.

"O que vimos em Trinidad Tobago foi um importante sinal do presidente Obama, que depois de décadas de intervencionismo político, declara que é absolutamente contrário e condena qualquer ação violenta contra o governo boliviano", destacou Morales.

(Reportagem de Carlos A. Quiroga)

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