Bombas explodem em Suprema Corte e emissora de Honduras

Explosivos não deixaram vítimas, mas danificaram prédios; Polícia investiga autoria e envolvimento nos ataques

Efe,

25 Novembro 2009 | 14h59

Dois artefatos explodiram na madrugada desta quarta-feira, 25, na sede da Suprema Corte de Justiça de Honduras e no edifício do Canal 10 de televisão, em Tegucigalpa, sem fazer vítimas, mas causando danos materiais, informou a Polícia.

 

Veja também:

especial Especial: O impasse em Honduras    

 

O porta-voz da Polícia, Orlin Cerrato, disse a jornalistas que a bomba que explodiu na sede do Judiciário é uma RPG-7 de fabricação russa, lançada de fora do edifício. Os danos na sede da Suprema Corte "são de menor consideração", enquanto no edifício do Canal 10 houve vidros quebrados no segundo andar, segundo Cerrato.

 

O porta-voz acrescentou que está fazendo a análise do tipo de explosivo utilizado no Canal 10, onde também estão os escritórios da editora Hablemos Claro. O diretor de ambas as empresas de comunicação é o jornalista Rodrigo Wong Arévalo. Uma jornalista do Canal 10 informou que a bomba também causou danos no primeiro andar do edifício.

 

Sem citar organizações, Cerrato disse que a Polícia vem acompanhando grupos que pretendem, segundo ele, atemorizar a população para que não votem nas eleições de domingo. "Estes atos não vão minar a vontade da população de ir às urnas. À margem desses atos condenáveis vamos garantir o processo", disse o porta-voz da Polícia, em declarações à rádio HRN.

 

O porta-voz informou, além disso, que dois fuzis foram confiscados ontem no norte do país, além de computadores e de rádios de comunicação. Disse ainda que há grupos que aparentemente pretendem danificar a ponte La Democracia, que liga as cidades de El Progreso e La Lima a San Pedro Sula.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.