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Brasileira OAS pode terminar rodovia na Bolívia

Construtora se dispõe a concluir obra deixada pela Queiroz Galvão após fim antecipado de contrato

Associated Press,

10 de janeiro de 2009 | 14h40

A construtora brasileira OAS anunciou neste sábado, 10, estar disposta a concluir a rodovia no sul da Bolívia que sua a também brasileira Queiroz Galvão deixou inconclusa.  O representante da OAS na Bolívia, Gerardo Santana, afirmou que a empresa assumirá a obra com um orçamento de US$ 60 milhões não utilizados pela Queiroz Galvão. "Foi um pedido de ajuda daqui e do governo do Brasil", explicou Santana em entrevista. O governo do presidente Evo Morales ainda não informou se a OAS vai mesmo assumir a obra.  A rodovia tem custo total de US$ 226 milhões e é financiada em parte pelo Brasil. A via liga as cidades de Sucre, Potosí e Tarija e se une com uma rodovia que vai até a fronteira com a Argentina.  O governo boliviano anunciou na semana passado que em março a construção da rodovia será retomada, mas o ministro dos Transportes, Oscar Coca, assinalou que a OAS não havia sido aceita pelas organizações sociais das regiões por onde passa a via.  A Bolívia rescindiu o contrato com a Queiroz Galvão em 2007 por supostas irregularidades e rachaduras na rodovia em construção. A empresa havia solicitado a renovação do contrato, mas em troca de um acréscimo de US$ 45 milhões. Na época, faltava asfaltar pouco mais de 200 quilômetros, de um total de 433 km da rodovia.

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