Caminho de Santiago terá protesto em prol de presos políticos cubanos

4 cubanos e um espanhol caminharão por cinco dias para homenagear Zapata e pedir fim do regime castrista

05 de abril de 2010 | 17h43

Efe

 

MADRID- Quatro dissidentes cubanos e um cidadão espanhol que têm familiares na ilha começaram nesta segunda-feira, 5, uma caminhada de cinco dias pelo Caminho de Santiago, na região espanhola da Galícia, para exigir a liberação dos presos políticos em Cuba.

 

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A Plataforma "Cuba Democracia Já" da Espanha informou em um comunicado que a marcha também é uma homenagem à memória do dissidente Orlando Zapata Tamayo, que morreu em fevereiro em Ciba após 85 dias de greve de fome.

 

Os dissidentes também homenageiam as Damas de Branco e Guillermo Fariñas, outro opositor do regime em jejum desde 24 de fevereiro.

 

Os peregrinos, que percorrerão os 166 km do Caminho Francês, de Sarriá a Compostela, em quatro etapas, farão uma homenagem a Zapata quando chegarem ao seu destino final na sexta-feira, 9.

 

Segundo o comunicado, a iniciativa tem como objetivo promover "o fim da ditadura castrista em Cuba e sensibilizar a opinião pública espanhola sobre a situação crítica vivida na ilha, assim como a escalada repressiva que ocorre lá".

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