Câncer do presidente paraguaio está retrocedendo, diz ministra

O câncer linfático que afeta o presidente paraguaio, Fernando Lugo, está retrocedendo, disse nesta sexta-feira a ministra da Saúde, Esperanza Martínez, ao comentar o resultado de exames a que ele se submeteu no Brasil.

REUTERS

24 de setembro de 2010 | 13h16

Lugo se encontra em São Paulo para sua terceira sessão de quimioterapia, como parte do tratamento do linfoma não-Hodgkin com envolvimento ósseo, e para submeter-se a exames que verificariam se está melhorando. O presidente manteve suas funções no governo, apesar da doença.

Segundo a ministra, "os nódulos desapareceram em todos os lugares onde foram detectados e não há novas lesões". "Esse é o melhor cenário", disse ela, em entrevista à imprensa na sede do governo, tendo ao lado o ministro das Comunicações,

"Diante da resposta favorável que se teve, provavelmente não haverá mudanças", afirmou Martínez, referindo-se ao tratamento, que, conforme explicou, inclui outras três sessões de quimioterapia até dezembro.

Um boletim médico divulgado pelo hospital Sírio-Libanês afirmou que o exame realizado por Lugo "confirmou uma resposta satisfatória aos dois ciclos iniciais do tratamento quimioterápico."

"Em virtude dos resultados, o paciente realizará hoje a terceira sessão de quimioterapia, de um total de seis planejadas", acrescentou o hospital.

Lugo voltará ao Paraguai ainda nesta quinta-feira.

(Reportagem de Mariel Cristaldo e Daniela Desantis)

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