Chile quer aprofundar laços com Argentina após vitória de Cristina

Durante governo de Nestor Kirchner, relações foram abaladas por causa do envio de gás natural aos chilenos

Reuters,

29 de outubro de 2007 | 00h43

O Chile espera aprofundar seus laços com a Argentina durante o governo da primeira-dama, Cristina Fernandez Kirchner, informou um dirigente do governo chileno. Veja também:Equador já felicita Cristina Kirchner pela vitóriaPartidários de Cristina já festejam vitória na argentinaBocas-de-urna apontam vitória de Cristina Kirchner no 1º turnoEspecial: as eleições argentinas Argentinos votam para consagrar KirchnersCristina: 'Não sou Hillary nem Evita'Kirchner seduz interior empobrecido Ricardo Solari, vice-presidente do Partido Socialista, chegou junto com outros representantes do partido e do Partido pela Democracia chilena ao comando da candidata argentina que, segundo os primeiros resultados oficiais, venceu as eleições realizadas neste domingo com mais de 42% dos votos. A visita do grupo chileno "é um sinal de confiança mútua, de amizade cívica e binacional", disse Solari para a Reuters. As relações entre Santiago e Buenos Aires ficaram tensas nos últimos anos devido a decisão do presidente Nestor Kirchner de diminuir os envios de gás natural para o Chile para garantir o abastecimento no mercado local. Essa medida obrigou as empresas chilenas a utilizarem combustíveis mais caros, disparando o preço da energia.

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