Clara Rojas chega a Bogotá e quer rever seu filho Emannuel

Ex-refém das Farc, ela deu à luz um menino durante o tempo em que esteve em poder da guerrilha

13 de janeiro de 2008 | 17h53

A ex-refém das Forças Armadas Revolucionários da Colômbia (Farc) Clara Rojas chegou a Bogotá, na Colômbia, neste domingo, 13, e quer encontrar o seu filho Emannuel "o mais rápido possível", segundo o site ElTiempo. Clara foi libertada na quinta-feira, junto com Consuelo Gonzáles, após seis anos em poder da guerrilha.   Veja também: Clara pode recuperarem até duas semanas  'Farc mantêm militares acorrentados' Libertação abre possibilidade de paz Galeria de fotos do resgate das reféns  Assista às imagens da libertação Saiba quem são as reféns Entenda o que são as Farc Cronologia: do seqüestro à libertação     No Aeroporto de Catam, Clara concedeu uma coletiva de imprensa e agradeceu o esforço do presidente do país, Álvaro Uribe, pela sua libertação.       Clara foi ex-assessora da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, também em poder das Farc e foi seqüestrada em setembro de 2002.     Chávez pede: Terroristas, não     Apesar de elogiarem a atuação do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, na libertação das duas reféns mantidas pelas Farc, alguns governos latino-americanos descartaram,  neste sábado, 12, aceitar seu pedido para retirar a qualificação "terroristas" do grupo.   O presidente do Equador e aliado de Chávez, Rafael Correa, disse esperar que as Farc "liberem incondicionalmente" os demais reféns em poder da guerrilha. "É inaceitável o seqüestro de pessoas pelas Farc", disse o colombiano, em seu programa de rádio.   Ele disse também que a libertação de Clara Rojas e Consuelo González na quinta-feira, "tapa a boca de muitos analistas que diziam que Chávez estava em decadência".   O novo presidente da Guatemala, Alvaro Colom, também disse à AP que não apoiara o pedido de Chávez. " É uma opinião de Chávez, mas não a minha", disse. Assim como Colom, o chefe de gabinete da Argentina, Alberto Fernández, também acredita que essa reclassificação é um ponto de vista somente do presidente da Venezuela.   "A Argentina não se envolve com este tema, nunca viu o caso dos reféns como de natureza política e nunca o fará , porque o que interessa é a liberdade destas pessoas.

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